Lamentavelmente, a chamada grande imprensa e a mídia em geral só repercutem com destaque a greve dos professores quando as entidades do magistério realizam suas assembleias em áreas estratégicas como a avenida Paulista ou o Palácio dos Bandeirantes. E a razão dessa repercussão, evidentemente, tem mais a ver com o caos provocado no trânsito da cidade de São Paulo do que com as principais reivindicações dos professores, muito justas e oportunas.
Até quando?
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